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Gravidez psicológica

Gravidez psicológica

Não. Não sou eu quem estou com gravidez psicológica. É a minha cachorrinha! Como assim? Eu achava que essas coisas só aconteciam com pessoas… Enfim! De uns tempos para cá, ela adotou o porquinho de borracha dela. Começamos a perceber que ela carregava o porquinho segurando-o pela cabeça, como uma fêmea faz com seu filhote. E lambia o porquinho exatamente como se estivesse limpando de alguma necessidade que ele tivesse feito. Engraçado né? Minha mãe a levou no veterinário hoje e disse que ela estava com gravidez psicólogica… Até tinha leite! A natureza é engraçada.

September 24, 2011 2 comments Read More
Livro: Aprenda a ser dono

Livro: Aprenda a ser dono

Aprenda a ser Dono
Rating: ★★★★★

Sinopse: “Uma verdadeira revolução nos métodos tradicionais de adestramento. Em geral, técnicas de adestramento baseiam-se em punição ou dominação, não em amor, e preparam o animal para ser submisso, e não um membro da família. Inspirada pela realidade selvagem, Tamar desenvolveu um sistema de adestramento que une a parte lobo à parte criança que todo cachorro tem com um método de treinamento baseado em experiência positiva, agradável tanto para o cão quanto para quem convive com ele. Pelo método da autora, o cão passa a nos escutar e a se comportar como esperamos, de forma absolutamente carinhosa e natural. Expostas de forma fácil e divertida, as dicas deste livro ensinarão que a falar a língua do cão, o dono poderá se fazer entender e respeitar, de forma natural e sem sofrimento.”

Era tudo muito bonito. Todos os cães o obedecia. Era praticamente uma hipnose. Nas frentes das câmeras. Acontece que a TV só mostra o que convém à ela. Não mostra que o galã Cesar Millan espanca, chuta e enforca os cães com as suas técnicas não-violentas de reabilitação canina. E eu, ingênua, acreditava mesmo que era uma revolução nos métodos de adestramento.

Faço trabalho voluntário na ProAnima, uma Associação Protetora dos Animais aqui no DF e felizmente tenho a oportunidade de trabalhar com cabeças totalmente diferentes da minha. Pessoas que viajaram muito, que estudaram e que tiveram oportunidade de trabalhar com animais fora do Brasil. Conversando com elas, tive oportunidade de falar o que me aflige com relação aos animais hoje e quais são meus planos para o futuro também nessa área. E foi aí que o meu chão sumiu… Como assim? Cesar Millan? Mas ele defende tanto a reabilitação canina sem agressão?! E foi aí que me falaram tudo. E o mais engraçado é que eu estava com um livro de estudo do comportamento canino que não era dele e sim da Tamar Geller. Bom, pelo menos descobri que a autora que eu estava lendo fazia um trabalho realmente confiável. E descobri ainda que a pessoa que estava me falando tudo isso teve a oportunidade de fazer estágio com reabilitação de cães nos Estados Unidos, com a Pat Miller, que também era fazia um trabalho muito bonito. E conversando com essas pessoas, pude notar a nitidamente a diferença entre elas e ele.

A leitura que o Cesar Millan faz dos cães é exatamente a do cão ser submisso ao dono, que se o cão anda na sua frente, então ele quer ser o líder, se o cão te olha de uma maneira, então ele quer ser o líder também… Enfim! Agora não vou lembrar de todas as coisas que ele fala em seus programas, mas sempre com essa concepção de que o cão deve ser sempre submisso ao dono. Já a Tamar Geller (eu só posso falar dela, porque foi dela o livro que li) defende a ideia de que o cão tem que confiar no dono. Lógico, um ambiente com harmonia é fundamental e ela ensina várias técnicas para isso. Mas seu cão não pode ter medo de você, agir com receio de levar uma pancada. O cão deve ver em você um líder de fato!

 

July 6, 2011 22 comments Read More
Um dia nada qualquer

Um dia nada qualquer

Quando é que eu, em minha sã consciência, sairia de casa numa tarde ensolarada (ensolarada o caramba, o sol das 14h estava torrando a minha pele) para ir a uma sorveteria? Te chamei, mas você não podia ir. Tudo bem! Levei um livro para me fazer companhia. Detalhe que o dia já começou bem estranho… Saí com os meus pais e minha coisa feia, a Latiffa, para andar no Eixão (uma via que é fechada aos domingos e feriados para lazer), eles de bicicleta e eu de patins… Peraí, mais estranho ainda, porque esse patins é o meu bem mais precioso, o lustrava semestralmente e jamais o colocaria no asfalto (patins de patinação artística só pode andar em chão de ginásio).

Quando, em meu juízo mental, pediria gentilmente a um senhor para passar a mão em seu cachorrinho, um Dog Alemão cuja cabeça era pelo menos do tamanho da minha (adrenalina total)? E como assim? Nos encontramos ali, naquela rua que dá no meio do nada e você cheio de tralha no carro tentando me oferecer uma carona até em casa desde que antes passássemos na sua para guardarmos tudo aquilo!

E se não bastassem tantas semelhanças e tanta sintonia, você colocou pra tocar, como que de surpresa, as músicas que eu mais gostava e que eu não lembrava o nome por nada nesse mundo (agora lembrei fui atrás dos nomes: “He Can Only Hold Her” / “Valerie”, Amy Winehouse).

Fala sério! Era pra você me ver naquele dia! Você pode não tomar sorvete comigo, mas era para nos encontrarmos de uma maneira ou de outra. Você tinha que falar tudo o que tinha para falar pra mim naquele dia e ponto! Da próxima vez, aceite o sorvete, que dá menos trabalho! :)

May 9, 2011 12 comments Read More
É cada cachorro…

É cada cachorro…

Eu preciso muito compartilhar esses vídeos no meu blog!!! Gente, coitadinho do cachorro (segundo vídeo) cara! Eu juro que fiquei muito sem ar de tanto rir da cara dele. Se o ProAnima me pega colaborando com essa judiação… E o primeiro vídeo então? Ainda bem que a minha cachorra é pequena!!!

April 26, 2011 4 comments Read More